DERMATOFITOSE / MICROSPORUM CANIS

O Microsporum canis é o dermatófito mais prevalente causador da Dermatofitose .

Quando falamos de dermatofitose, causada pelo Microsporum Canis, devemos lembrar que se trata de uma zoonose importante.

Nas últimas décadas os cães e gatos passaram a fazer parte das famílias e não mais se restringem aos quintais e ás funções de guarda por exemplo.Eles estão mais próximos aos seus proprietários e dividem os espaços mais íntimos da casa, além da estreita relação de carinho que se foi estabelecida. Devido a este contato a este contato mais próximo a possibilidade de contágio dos proprietários, em especial crianças, idosos e pessoas com algum tipo de imunossupressão se torna muito maior e a partir deste momento o papel do médico veterinário passa a ser de extrema relevância no campo da saúde pública.

Sabe-se que os esporos são extremamente resistentes e podem sobreviver por períodos superiores a um ano no ambiente ou em fômites, o que torna a dermatofitose uma doença considerada de elevado contágio.

Assim, tratar os animais não basta para conter a doença, tem-se que ter em mente que o tratamento simultâneo na tentativa de diminuir a contaminação ambiental requer os mesmos esforços e atenção do veterinário e cooperação do proprietário.

As manifestações clínicas  em animais doentes podem apresentar lesões alopécicas, muitas vezes circulares, eritema, querions e crostas.

Alguns animais podem apresentar prurido, que pode variar de grau leve a severo. Gatos podem apresentar lesões que variam de descamação, crostas, alopecia focal até alopecia generalizada e dermatite miliar. Outra apresentação bastante rara mas possível é o pseudomicetoma, quando ocorre formação de um granuloma pela invasão do fungo a camadas profundas da derme e do subcutâneo.

Quanto à prevalência da doença entre cães e gatos, embora ela independa da idade, sexo, raça ou porte dos animais, observa-se que animais idosos, filhotes ou imunossuprimidos são bastante acometidos. Em regiões de climas mais quentes e úmidos, observa-se uma incidência maior da doença quando comparada a climas secos e frios.

O diagnóstico definitivo é baseado na cultura fúngica. 

A combinação dos tratamentos tópicos e sistêmicos bem como o rígido controle ambiental e contactantes são indispensáveis para a resolução da doença.

 

Fonte: Agener União. Boletim Pet. Volume 01/2015.

CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS EM CÃES
COLAPSO TRANQUEIA
ESPIRRO REVERSO
HEMANGIOSSARCOMA
HEMANGIOMA CUTÂNEO CANINO
PERIODONTIA
HIPOGLICEMIA
INSULINOMA
SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA VIRAL FELINA (FIV)
TRICOBEZOAR
VÕMITO CRÔNICO EM GATOS
NEOPLASIA PROSTÁTICA
PROSTATITES
CISTOS E ABSCESSOS PROSTÁTICOS
HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB)
AFECÇÕES PROSTÁTICAS EM CÃES
CORONAVÍRUS FELINO
CISTITE IDIOPÁTICA FELINA (CIF)
TÉTANO
UROLITÍASE
DISQUERATINIZAÇÃO
DESVIOS (SHUNTS) PORTOSSISTÊMICOS CANINOS
HIGROMA
DOENÇA DO SACO ANAL
PEDICULOSE
ISOSPOROSE
TOXOPLASMOSE
HIPERADRENOCORTICISMO CANINO / SÍNDROME CUSHING
DOENÇA RENAL CRÔNICA
ARRITMIAS CARDÍACAS
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
BORDETELLA
CLAMIDIOSE
ERLIQUIOSE FELINA
BABESIOSE CANINA
BARTONELOSE FELINA /ARRANHADURA DO GATO
ANAPLASMOSE OU TROMBOCITOPENIA CÍCLICA
MICOPLASMA FELINA
FEBRE MACULOSA
DERMATITE ATÓPICA CANINA / ATOPIA
DERMATITE ÚMIDA / ECZEMA ÚMIDO
FISTULA PERIANAL
HIPOADRENOCORTICISMO / DOENÇA DE ADDISON
HIPOTIREOIDISMO CANINO
PROBLEMAS NOS OLHOS
PERITONITE INFECCIOSA FELINA (PIF)
MASTOCITOMA
ENDOCARDITE BACTERIANA
LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA
LARVA MIGRANS VISCERAL
LEPTOSPIROSE CANINA
DERMATOFITOSE / MICROSPORUM CANIS
DERMATITE ACRAL POR LAMBEDURA
PULGAS
DEMODICOSE CANINA/ SARNA DEMODÉCICA
DIROFILARIOSE
SARNA OTODÉCICA / SARNA DA ORELHA
SARNA SARCÓPTICA / ESCABIOSE CANINA
DIABETES MELLITUS
SÍNDROME DA DISFUNÇÃO COGNITIVA
FeLV – LEUCEMIA VIRAL FELINA
TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA CANINA
DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR FELINOS
OTITES
RAIVA
DOENÇA PERIODONTAL
GIARDÍASE
LARVA MIGRANS CUTÂNEA
CALICIVÍRUS FELINO
HERPESVÍRUS FELINO/RINOTRAQUEÍTE VIRAL FELINA
BOTULISMO
HIPERPLASIA ENDOMETRIAL CÍSTICA E PIOMETRA
DIPILIDIOSE
PARVOVIROSE
ERLIQUIOSE CANINA
CINOMOSE