DERMATITE ATÓPICA CANINA / ATOPIA

A Dermatite Atópica Canina (DAC) é uma dermatose inflamatória e pruriginosa de origem genética, e de alta incidência.

Sua fisiopatologia é considerada complexa e envolve vários fatores de natureza imunológica e não imunológica.

Há uma reação alérgica à substâncias ambientais. A atopia não é somente uma enfermidade alérgica, há comprovação de que animais alérgicos apresentam um defeito na barreira de proteção da pele, facilitando o seu ressecamento, deixando-a exposta às substâncias que causam alergia e mais predisposta a infeccionar.

A atopia é uma doença hereditária, e não congênita. Ou seja, a combinação genética dos pais leva ao nascimento de uma animal atópico.

A maioria dos cães, 70% apresenta o início dos sintomas entre 6 meses e 3 anos idade.

A atopia assim como a infecção de pele do cão atópico, não são transmissíveis.

Os sinais clínicos iniciais podem manifestar-se em determinada época do ano, dividindo a DAC em sazonal e não sazonal. Eventualmente, alguns pacientes desenvolvem a forma de atopia não sazonal, na qual o prurido ocorre durante todo o ano, porém há agravamento dos sinais nos mesmo mais quentes.

O sinal clínico da DAC é prurido em áreas sem lesão visível ou com máculas eritematosas. Pode ser localizado ou generalizado.

Face, pavilhão auricular, extremidade distais dos membros, axilas, região inguinal, estas manifestações contribuem para o desenvolvimento de infecções e podem originar lesões secundárias.

86% dos pacientes apresentam otite externa e prurido do pavilhão auricular, 50% podem apresentar conjuntivite, epífora e blefaroespasmo e seborréia acentuada até 20% dos pacientes.

Aeroalérgenos: ácaros, fungos, pólens e gramíneas

Microrganismos residentes da pele: principalmente levedaduras da espécie Malassezia pachydematis e bactérias do gênero Staphylococcus.

Irritantes: podem estar presentes em cobertores ou roupas de lã, carpetes, tapetes, agentes de limpeza, ou outros componentes que podem provocar irritação mecânica

 

Fonte : Virbac e VETScience Magazine. Fevereiro, 2014.

HIPERTERMIA MALIGNA
CARCINOMA/ADENOCARCINOMA/COLANGIOCARCINOMA DO DUCTO BILIAR
DISPLASIA RENAL
SÍNDROME DO OVÁRIO REMANESCENTE
FÍSTULA INFRAORBITÁRIA
FÍSTULA ORONASAL
CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS EM CÃES
COLAPSO TRANQUEIA
ESPIRRO REVERSO
HEMANGIOSSARCOMA
HEMANGIOMA CUTÂNEO CANINO
PERIODONTIA
HIPOGLICEMIA
INSULINOMA
SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA VIRAL FELINA (FIV)
TRICOBEZOAR
VÕMITO CRÔNICO EM GATOS
NEOPLASIA PROSTÁTICA
PROSTATITES
CISTOS E ABSCESSOS PROSTÁTICOS
HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB)
AFECÇÕES PROSTÁTICAS EM CÃES
CORONAVÍRUS FELINO
CISTITE IDIOPÁTICA FELINA (CIF)
TÉTANO
UROLITÍASE
DISQUERATINIZAÇÃO
DESVIOS (SHUNTS) PORTOSSISTÊMICOS CANINOS
HIGROMA
DOENÇA DO SACO ANAL
PEDICULOSE
ISOSPOROSE
TOXOPLASMOSE
HIPERADRENOCORTICISMO CANINO / SÍNDROME CUSHING
DOENÇA RENAL CRÔNICA
ARRITMIAS CARDÍACAS
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
BORDETELLA
CLAMIDIOSE
ERLIQUIOSE FELINA
BABESIOSE CANINA
BARTONELOSE FELINA /ARRANHADURA DO GATO
ANAPLASMOSE OU TROMBOCITOPENIA CÍCLICA
MICOPLASMA FELINA
FEBRE MACULOSA
DERMATITE ATÓPICA CANINA / ATOPIA
DERMATITE ÚMIDA / ECZEMA ÚMIDO
FISTULA PERIANAL
HIPOADRENOCORTICISMO / DOENÇA DE ADDISON
HIPOTIREOIDISMO CANINO
PROBLEMAS NOS OLHOS
PERITONITE INFECCIOSA FELINA (PIF)
MASTOCITOMA
ENDOCARDITE BACTERIANA
LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA
LARVA MIGRANS VISCERAL
LEPTOSPIROSE CANINA
DERMATOFITOSE / MICROSPORUM CANIS
DERMATITE ACRAL POR LAMBEDURA
PULGAS
DEMODICOSE CANINA/ SARNA DEMODÉCICA
DIROFILARIOSE
SARNA OTODÉCICA / SARNA DA ORELHA
SARNA SARCÓPTICA / ESCABIOSE CANINA
DIABETES MELLITUS
SÍNDROME DA DISFUNÇÃO COGNITIVA
FeLV – LEUCEMIA VIRAL FELINA
TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA CANINA
DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR FELINOS
OTITES
RAIVA
DOENÇA PERIODONTAL
GIARDÍASE
LARVA MIGRANS CUTÂNEA
CALICIVÍRUS FELINO
HERPESVÍRUS FELINO/RINOTRAQUEÍTE VIRAL FELINA
BOTULISMO
HIPERPLASIA ENDOMETRIAL CÍSTICA E PIOMETRA
DIPILIDIOSE
PARVOVIROSE
ERLIQUIOSE CANINA
CINOMOSE