ARRITMIAS CARDÍACAS

Arritmias ou disritmias cardíacas são irregularidades nos ritmos cardíacos devido a alterações na formação e/ou condução do estímulo elétrico do coração.

As arritmias cardíacas podem ocorrer por várias razões, embora algumas não apresentem consequências clínicas, outras levam a sérios comprometimentos hemodinâmicos e morte súbita, especialmente na presença de cardiopatia de base.

A avaliação  de uma paciente com arritmia  deve ser completa, incluindo exame radiográfico, hemograma, perfil bioquímico além dos indicativos de comprometimentos hemodinâmicos como por exemplo históricos de episódios de síncope ou fraqueza, indícios de ICC, de cardiopatia de base como sopro cardíaco , cardiomegalia e outras anormalidades.

Somente a eletrocardiografia fornece elementos para a interpretação correta do distúrbio em questão com segurança.

Há diversos critérios para classificar as arritmias, um deles utiliza o mecanismo envolvido na sua gênese.

  • Formação do impulso sinusal normal: ritmo sinusal normal, arritmia sinusal.
  • Alterações na formação do impulso sinusal: bradicardia sinusal, taquicardia sinusal, parada sinusal.
  • Alterações na formação do impulso supraventricular: complexos atriais prematuros, bloqueio sinoatrial, taquicardia atrial, flutter atrial, fibrilação atrial, ritmo juncional AV.
  • Alterações na formação do impulso ventricular: complexos ventriculares prematuros. taquicardia ventricular, fibrilação ventricular.
  • Alterações na condução do impulso: parada atrial, bloqueios AV de 1º, 2º e 3º graus.
  • Alterações na formação e condução do impulso: pré-excitação ventricular e síndrome de Wolff-Parkinson_white (SWPW).

As arritmias também podem ser classificada de acordo com a sua origem:

  • Arritmias supraventriculares: originam-se nos átrios ou NAV.
  • Arritmias ventriculares: originam-se nos ventrículos.

Outra classificação baseia-se na frequência cardíaca:

  • Taquiarritmias: alterações do ritmo cardíaco normal quando há despolarização precoce ou aumento da FC, com extrassístoles, e as taquicardias.
  • Bradiarritmias: arritmias em que há diminuição da FC ou despolarização tardia, como as bradicardias, os bloqueios sinoatrial e atrioventricular e os ritmos de escape.

 

Fonte: Tratado de Medicina Interna Cães e Gatos .Parte 14. Cap. 133. Vol. 1.

 

TRICOBEZOAR
VÕMITO CRÔNICO EM GATOS
NEOPLASIA PROSTÁTICA
PROSTATITES
CISTOS E ABSCESSOS PROSTÁTICOS
HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB)
AFECÇÕES PROSTÁTICAS EM CÃES
CORONAVÍRUS FELINO
CISTITE IDIOPÁTICA FELINA (CIF)
TÉTANO
UROLITÍASE
DISQUERATINIZAÇÃO
DESVIOS (SHUNTS) PORTOSSISTÊMICOS CANINOS
HIGROMA
DOENÇA DO SACO ANAL
PEDICULOSE
ISOSPOROSE
TOXOPLASMOSE
HIPERADRENOCORTICISMO CANINO / SÍNDROME CUSHING
DOENÇA RENAL CRÔNICA
ARRITMIAS CARDÍACAS
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
BORDETELLA
CLAMIDIOSE
ERLIQUIOSE FELINA
BABESIOSE CANINA
BARTONELOSE FELINA /ARRANHADURA DO GATO
ANAPLASMOSE OU TROMBOCITOPENIA CÍCLICA
MICOPLASMA FELINA
FEBRE MACULOSA
DERMATITE ATÓPICA CANINA / ATOPIA
DERMATITE ÚMIDA / ECZEMA ÚMIDO
FISTULA PERIANAL
HIPOADRENOCORTICISMO / DOENÇA DE ADDISON
HIPOTIREOIDISMO CANINO
PROBLEMAS NOS OLHOS
PERITONITE INFECCIOSA FELINA (PIF)
MASTOCITOMA
ENDOCARDITE BACTERIANA
LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA
LARVA MIGRANS VISCERAL
LEPTOSPIROSE CANINA
DERMATOFITOSE / MICROSPORUM CANIS
DERMATITE ACRAL POR LAMBEDURA
PULGAS
DEMODICOSE CANINA/ SARNA DEMODÉCICA
DIROFILARIOSE
SARNA OTODÉCICA / SARNA DA ORELHA
SARNA SARCÓPTICA / ESCABIOSE CANINA
DIABETES MELLITUS
SÍNDROME DA DISFUNÇÃO COGNITIVA
LEUCEMIA VIRAL FELINA
TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA CANINA
DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR FELINOS
OTITES
RAIVA
DOENÇA PERIODONTAL
GIARDÍASE CANINA
LARVA MIGRANS CUTÂNEA
CALICIVÍRUS FELINO
HERPESVÍRUS FELINO/RINOTRAQUEÍTE VIRAL FELINA
BOTULISMO
HIPERPLASIA ENDOMETRIAL CÍSTICA E PIOMETRA
DIPILIDIOSE
PARVOVIROSE
ERLIQUIOSE CANINA
CINOMOSE