INSULINOMA

É um tipo raro de tumor pancreático, mas com alta taxa de letalidade.

O insulinoma é um tumor das células β do pâncreas, que têm a função de produzir e secretar insulina e, geralmente são malignos em cães.

Clinicamente, o termo insulinoma se refere a tumores de células β, independentemente da sua malignidade.

Nos cães, cerca de 95% dos insulinomas são tumores de elevada malignidade.

Embora pareçam relativamente benignos ao exame histopatológico, estes dados não se correlacionam com a sua taxa de metastização frequente.

Em cerca de 50% dos animais, são encontradas metástases no fígado, linfonodos locais e omento, no momento do diagnóstico.

Não existe predileção por sexo nem por raça, mais a grande maioria dos cães acometidos estão acima de 6 anos.

Histologicamente, o insulinoma pode ser classificado como adenoma ou carcinoma de células β, considerando-se os
critérios que determinem sua malignidade.

Os sinais clínicos dos animais relatados variaram de acordo com a severidade e a duração da hipoglicemia.

Embora outros hormônios sejam produzidos, a insulina é prevalente, e é devido ao excesso de sua produção que surgem os sinais clínicos que resultam de neuroglicopenia induzida pela hiperinsulinemia e incluem letargia, fraqueza, ataxia,  convulsões, fasciculações, tremores musculares, alterações de comportamento, inquietação, depressão, polifagia, ganho de peso, poliúria, polidpsia e intolerância ao exercício.

Não existe alterações em bioquimica ou hemograma, os exames que darão alteração será o de glicemia e o de concentraçao de insulina após jejum de 8 horas, ou seja, o diagnóstico presuntivo se da através dos sinais clínicos e da dosagem de insulina sérica no momento de mais intensa hipoglicemia.

O tratamento de pacientes com insulinoma pode ser cirúrgico e/ou médico, dependendo do caso.

Nas crises se você administrar um pouco de açúcar, xarope de milho (mel karo) ou mel o seu animal de estimação pode melhorar repentinamente, no entanto o tumor de pâncreas irá provocar uma queda persistente de glicose no sangue, fazendo com que essas crises fiquem constantes, mesmo após comer ou receber essas doses de glicose via oral.

O prognóstico da doença varia de reservado a ruim e é influenciado pela presença de metástase, da quantidade e do tamanho dos tumores e da facilidade ou não de remoção da massa no momento do diagnóstico .

Todo quadro de hipoglicemia recidivante o insulinoma deve ser considerado. 

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VERMINOSE EM CÃES
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HIPOTIREOIDISMO CANINO
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CASTRAÇÃO EM FÊMEAS! CADELAS E GATAS!
CASTRAÇÃO EM MACHOS! CÃES E GATOS!
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HERPESVÍRUS FELINO/RINOTRAQUEÍTE VIRAL FELINA
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