ERLIQUIOSE CANINA

É veiculado pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus

A Erliquiose é uma patologia causada por rickettsias, bactérias atípicas, intracelulares obrigatórias e gram negativas, cujos vetores de transmissão da doença são carrapatos.

Sua distribuição é cosmopolita e acomete vários mamíferos, dentre eles cães, gatos e humanos.

A denominação “erliquiose” é uma descrição utilizada para caraterizar a infecção pelos parasitos intracelulares pertencentes à família Anaplasmataceae.

Didaticamente, as erliquioses recebem classificação de acordo com tipo celular atingido e espécie animal acometida:

  • Erliquiose Monocítica Canina causada pela Ehrlichia canis
  • Erliquiose Granulocítica Canina causada por Ehrlichiaewingii e Anaplasmaphagocytophilum
  • Erliquiose Trombocítica Canina ( atualmente Trombocitopenia Cística Canina) causada por Anaplasmaplatys

A de maior prevalência é  Ehrlichia canis responsável pela erliquiose Monocítica Canina (EMC)

Período de incubação: varia de 1 a 3 semanas com multiplicação em fígado, baço e linfonodos determinando assim a fase aguda da doença. Ocasionalmente a fase aguda não pode ser percebida, caracterizando uma infecção subclínica.

Os sinais clínicos iniciam-se aproximadamente após 14 dias pós-infecção, geralmente com febre intermitente ao redor 39ºc, apatia e anorexia.

Outros sinais da doença podem ser inespecíficos e marcados por emagrecimento, caquexia, dores articulares, hiperestesia (significa o aumento das sensações), sensibilidade à palpação e desidratação, vasculite e consequentes petéquias podem ser achados comuns.

Vale ressaltar que a Erliquiose pode ainda acometer o indivíduo em sinergismo com outras hemoparasitoses como Mycoplasmose, Babesiose, Anaplasmose, Tripanosomíase, Leishmaniose, Cytauxzoonose e Hepatozoonose .

O tratamento da EMC se baseia na administração de antibióticos e sintomático.

O prognóstico é de reservado a ruim quando o cão estiver cursando a fase crônica.

O controle do vetor é a medida mais eficaz na profilaxia da infecção por E. canis.

 

 Fonte:  VetScience Magazine. Maio/2014.

 

CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS EM CÃES
COLAPSO TRANQUEIA
ESPIRRO REVERSO
HEMANGIOSSARCOMA
HEMANGIOMA CUTÂNEO CANINO
PERIODONTIA
HIPOGLICEMIA
INSULINOMA
SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA VIRAL FELINA (FIV)
TRICOBEZOAR
VÕMITO CRÔNICO EM GATOS
NEOPLASIA PROSTÁTICA
PROSTATITES
CISTOS E ABSCESSOS PROSTÁTICOS
HIPERPLASIA PROSTÁTICA BENIGNA (HPB)
AFECÇÕES PROSTÁTICAS EM CÃES
CORONAVÍRUS FELINO
CISTITE IDIOPÁTICA FELINA (CIF)
TÉTANO
UROLITÍASE
DISQUERATINIZAÇÃO
DESVIOS (SHUNTS) PORTOSSISTÊMICOS CANINOS
HIGROMA
DOENÇA DO SACO ANAL
PEDICULOSE
ISOSPOROSE
TOXOPLASMOSE
HIPERADRENOCORTICISMO CANINO / SÍNDROME CUSHING
DOENÇA RENAL CRÔNICA
ARRITMIAS CARDÍACAS
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
BORDETELLA
CLAMIDIOSE
ERLIQUIOSE FELINA
BABESIOSE CANINA
BARTONELOSE FELINA /ARRANHADURA DO GATO
ANAPLASMOSE OU TROMBOCITOPENIA CÍCLICA
MICOPLASMA FELINA
FEBRE MACULOSA
DERMATITE ATÓPICA CANINA / ATOPIA
DERMATITE ÚMIDA / ECZEMA ÚMIDO
FISTULA PERIANAL
HIPOADRENOCORTICISMO / DOENÇA DE ADDISON
HIPOTIREOIDISMO CANINO
PROBLEMAS NOS OLHOS
PERITONITE INFECCIOSA FELINA (PIF)
MASTOCITOMA
ENDOCARDITE BACTERIANA
LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA
LARVA MIGRANS VISCERAL
LEPTOSPIROSE CANINA
DERMATOFITOSE / MICROSPORUM CANIS
DERMATITE ACRAL POR LAMBEDURA
PULGAS
DEMODICOSE CANINA/ SARNA DEMODÉCICA
DIROFILARIOSE
SARNA OTODÉCICA / SARNA DA ORELHA
SARNA SARCÓPTICA / ESCABIOSE CANINA
DIABETES MELLITUS
SÍNDROME DA DISFUNÇÃO COGNITIVA
FeLV – LEUCEMIA VIRAL FELINA
TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA CANINA
DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR FELINOS
OTITES
RAIVA
DOENÇA PERIODONTAL
GIARDÍASE
LARVA MIGRANS CUTÂNEA
CALICIVÍRUS FELINO
HERPESVÍRUS FELINO/RINOTRAQUEÍTE VIRAL FELINA
BOTULISMO
HIPERPLASIA ENDOMETRIAL CÍSTICA E PIOMETRA
DIPILIDIOSE
PARVOVIROSE
ERLIQUIOSE CANINA
CINOMOSE